
Acorda-se de manhã e fica-se a olhar para o tecto, minutos a fio, como se dele pudesse cair uma espécie de salvação mágica. Experimenta-se tudo: fechar os olhos, respirar fundo, calcular sentimentos por fórmulas matemáticas, claras, limpas. E então percebemos que a diferença entre a fé e a ilusão é uma cama vazia e tu como um náufrago perdido à noite no mar.