
Acorda-se de manhã e fica-se a olhar para o tecto, minutos a fio, como se dele pudesse cair uma espécie de salvação mágica. Experimenta-se tudo: fechar os olhos, respirar fundo, calcular sentimentos por fórmulas matemáticas, claras, limpas. E então percebemos que a diferença entre a fé e a ilusão é uma cama vazia e tu como um náufrago perdido à noite no mar.

4 comentários:
adoro essa tua capacidade na escrita, essa tua sui generis maneira de simplificar em pequenas palavras e coisas os sentimentos mais caoticos, confusos e acima de tudo dificeis de explicar. Fiquei com raiva de não escrever assim! também passei o fim de semana a olhar para o tecto à espera de um momento que iluminasse o que ia na minha cabeça... e acabei por te perder nesta visita à capital...
abrazos**
Chico!
Acabámos por não nos ver :/
Quando voltares a lisboa liga, temos uns copos em atraso!
bj
Como já te tinha dito, escreves muito bem.
Mas és demasiado céptica para acreditar nisso.
Um abraço e um beijo.
Ena, tantos elogios... em breve fico convencida. :P
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