quinta-feira, maio 29, 2008

º Notre Musique. Mahmoud Darwish e Judith Lerner º



Para mim, uma das cenas mais belas de sempre do cinema de Godart. Ainda choro ao revê-la.
Decidi partilhar.

º Asas eléctricas º

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Acordas de um sono submerso durante a noite. Para espanto de uma cidade inteira segues roendo as arestas dos dias. Esperas por uma noite sem balas em que pousas a tua poesia na mesa como quem pousa o pão. Perguntas-te onde foi que ficou o teu coração de combate, aquele que nos trouxe mil paixões aos pés. Lembras-te? eu navegando de pulsos à proa, a cabeça a rodar e a rodar em espiral, as minhas mãos muito fortes mas sem amor? Os anos e os punhais a passar por nós, e nada disso interessava. Como tudo era simples então, como odiávamos a nostalgia e a derrota. O nosso corpo tinha todos os males do mundo, um drama, a teoria e o sangue e só assim nos entendíamos. Foi tudo tão rápido e durou demasiado tempo. Entretanto, esquecemo-nos dos lírios e das tardes de chá e do chão de madeira e perguntamo-nos onde ficaram afinal as nossas asas eléctricas?

segunda-feira, maio 26, 2008

º Para ver º

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quinta-feira, maio 22, 2008

º como num poema º

Sinto a morte como num poema de Garcia Llorca, bebo como nas músicas dos Doors, estou Love will Tear Us Apart nas noites pardas, já não quero saber de nada como naquele filme do Wong Kar Wai em que a poesia dói tanto como um retrato de Arbüs.

sábado, maio 17, 2008

º We just keep on dreaming! :) º

sábado, maio 10, 2008

º 26 de Outubro de 2001 º

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terça-feira, maio 06, 2008

º Um farmacêutico com sentido prático º

[Numa farmácia ao pé da minha casa]
Eu: "Boa tarde, têm tampões para os ouvidos?"
Farmacêutico: "Temos sim, para a água ou ruído?"
Eu: "Para o ruído por favor."
[O farmacêutico desaparece durante um minuto e volta ao balcão com 4 pacotes diferentes de tampões]
Farmacêutico: "Temos vários, para que tipo de ruído procura?"
Eu: "Bom, imagine que tem vizinhos barulhentos que não o deixam dormir, de tal maneira que já tem ganas de os matar. O que é que usava?"
[Breve silêncio]
Farmacêutico: "Uma pistola."
Não há nada como um farmacêutico com sentido prático.