segunda-feira, novembro 12, 2007

º Rascunho º

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Escrevo ao acaso em folhas soltas, guardanapos, páginas de jornal. Guardo tudo como um tesouro. Guardo tão bem guardado que me esqueço de tudo.
Depois recomeço.

Escrevo ao acaso na palma da mão, na mesa, na lombada de cadernos e depois guardo tudo. Guardo tão bem guardado que me esqueço, e já não consigo lembrar-me por ter guardado. Por ter guardado tudo tão bem como um tesouro.

Se ao menos o amor fosse assim. Viesse com um manual de evacuação rápida.

3 comentários:

Oscar disse...

(...) Gosto da tua música, da tua letra e destes olhos imensos que enfrentam o mundo. Tenho um presente para ti, lá no meu blogue.

Lunática disse...

Presente?
Oba :)

hellena corvo disse...

Guardamos as coisas e elas já não são coisas em nós. Guardamo-nos das coisas, e elas seguem-nos. Aguardamos, mas não aguarrecebemos.

As palavras são estranhas coisas.