terça-feira, novembro 28, 2006

º Preciso de férias... º

quarta-feira, novembro 15, 2006

º B.I. : Hobbies - A arte do Bonsai

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Bonsai significa "árvore em vaso". Segundo os monges budistas e o budismo Zen devido à abrangência da arte de Bonsai (lado artístico, técnico, estético, horticultural e espiritual) e à filosofia inerente ao seu cultivo, o Bonsai é considerado uma forma de meditação em movimento, sendo o meio perfeito de entrarmos em contacto com o nosso "eu" interior e com a natureza.
Tenho 2 Bonsai à minha guarda: um, que me chegou às mãos doente, descarnado de qualquer folha e com uma boa parte das raízes morta - o Kakuro - ao qual estou a dar a maior parte da minha atenção e no qual estou a aplicar um tratamento de recuperação. O outro, uma oferta, ao qual dei o nome de Mhajong tem 3 anos e está de boa saúde. Está a passar a fase de transplantação de vaso e em breve vai ter uma intervenção estética. Em breve fotografias deles aqui no blog. Quem quiser saber mais sobre esta arte milenar pode dar um salto aqui, aqui ou aqui.
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º B.I. : Não gosto...

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... de sapatos apertados. De sapatos que magoam os pés. Gosto de sneakers e sapatos de confortáveis. Respeito os meus pés, afinal são eles que me levam a todo o lado.

domingo, novembro 12, 2006

B.I. : Eu e a verdade

A verdade é o único amor possível. Tenho a certeza disso.

quarta-feira, novembro 01, 2006

º B.I. : Eu e o Abismo º

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Tenho os meus fantasmas. Conhecemo-nos bem. Há entre nós um silencioso pacto de paz. Por vezes uma flecha azul atravessa-me a espinha - é o sinal, sempre combinado, da sua ruína. Nem sempre foi assim.
Conheci em tempos uma mulher que me levou para casa. Nas minhas mãos leu poesia e leu também o fatal síndroma da vaidade. Recordo bem as suas mãos, decididas, a agarrar as minhas como se o mundo fosse uma esfera a boiar dentro de outra esfera, e outra e outra. Só segura assim umas mãos com firmeza quem nada sabe de si. Era como uma divindade atirada ao solo, cujo castigo, pela sua infinita melancolia, fosse permanecer na terra para revelar aos outros a simplicidade do abandono. Tentei resistir em vão. Quanto mais me debatia mais ela me puxava à terra, aos meus monstros. Às perdas por saborear. À saudade sempre ausente. E eu, barreira armada de silêncios, tive então visões persistentes do Abismo. Era à noite que os fantasmas mais dançavam e foi pelas mãos dela que regressaram, vezes sem conta. Finalmente, um dia chorei olhando-a de frente - as mãos dela apertando as minhas com força como se espremesse um fruto triste. E então, ela desapareceu. Foi assim que aprendi chorar. Tenho os meus fantasmas e, desde então, conhecemo-nos bem.