segunda-feira, outubro 02, 2006

º Ensaio sobre a ruptura II º

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O meu coração. O meu coração azul preso por um alfinete debroado de amantes. Amantes sós, belos, mortos. Beijando levemente a ácida aridez de uma árvore morta sobre o espelho dos astros.
O meu coração... o meu coração azul. Filho bastardo de um poema que ninguém leu.

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