segunda-feira, setembro 04, 2006

º da poesia e do colapso º

Da poesia e do colapso, em partes fragmentadas.
Nada mais sei de cor.
Um verso embrulhado num papel de parede, a beleza morta de uma casa que cede à ruína.
O beijo vertido de um copo sujo para a palma da minha mão.
Minha mão. Da poesia e do colapso, em partes fragmentadas.
Nada mais sei de cor, nada mais.

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