quinta-feira, fevereiro 09, 2006

º O meu velho amor és tu º

Há uma certa lentidão na magnificiência das horas. Há lágrimas e sorrisos que se opõem proporcionalmente como a areia salgada da praia se opõe à língua indecisa que desenha a orla do mar.
Olho-o, o mar, e digo, com uma certa infantilidade: - o meu velho amor és tu. Sepultas em ti séculos inteiros. È em ti que o tempo embate, destronado. Nunca serás velho, tu não morres, tu subsistirás. És o meu velho amor e eu, que envelheço, vou continuar a procurar-te até que o tempo me leve.

1 comentário:

Anónimo disse...

Hey??? Andas muito ocupada pah!!
Já tenho saudades de te ler!
Beijinhos e vê se postas! Também vou tar sem net umas semanas mas seja como for....ESCREVEEEE!!


Beijinhos, Risquinhas