sexta-feira, maio 27, 2005

º Imagens º

Revolvendo albums antigos acabo sempre por encontrar imagens cristalizadas a químico em papel fotográfico. Depois o cérebro começa a funcionar e, num micro segundo, encontra-lhe o equivalente desmaterializado mas tão nítido como a própria fotografia que tirei. Viajo para dentro dessa imagem, recordo o espaço e os sons e as cores e os corpos. Memória, suave memória a balançar no frágil deslizar do tempo.

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V. Violante, Maio de 2001, Lisboa.
Poema de Al Berto in O Último Coração do Sonho

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